Vou ser resumida e contar rapidamente como foram os primeiros meses de Alice. Alice foi pra casa, já sem o chip - como é de praxe com todos os bebês que saem do hospital. Tivemos uns 15 dias de cólicas, fome -esperando o leite (que nunca foi farto) descer -, noites muito mal dormidas, ou melhor não dormidas por mim- pelo menos.
Minha mãe me deu a maior ajuda, não sei o que faria se não fosse ela para me render durante a noite para eu poder domir uma horinha que fosse.
Com 21 dias, Alice já estava fazendo exame de urina, pois ela tinha resolvido parar de comer durante uns 2 dias, e aí a mãe de primeira viagem já tinha ligado pra santa da pediatra que suspeitou uma infecção urinária. Graças a Deus não tinha nada... Mas Alice já estava se revelando voluntariosa que só, dificil de comer e de ganhar peso.
sábado, 6 de junho de 2009
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Como tudo começou!!!
Não, não vou falar de 15 anos atrás, de como conheci Marcelo, da aposta do 1 real, dos 9 anos de namoro e 5 anos de casamento! Mas sim de como descobri que estava grávida. Do teste de gravidez de farmacia que deu errado e negativo, e que no dia 22 de abril de 2008 - junto com o descobrimento do Brasil, só que muitos anos depois - tivemos a confirmação do B-hcg positivo, com leitura de 1900 e tralálá unidades de medida, isto é, positivo na certa!
Anunciamos para a maioria dos conhecidos só depois do dia das mães, onde preparamos uma surpresa e colocamos o dvd com o primeiro ultra, onde aparecia o feijãozinho que ficaria ainda sem nome, sendo chamado de Oriovaldo e depois Ariovalda (quando descobrimos que era uma menina)por algum tempo, antes de ser definitivamente chamada de Alice.
Tive uma gravidez gostosa, sem muitos pormenores, e alguns altos e baixos emocionais, reflexos parciais dos loucos hormonios que circulavam no meu sangue e de alguns Gavin's e dona Graça's que ficarão marcadas na gravidez (reflexos do trabalho na agência). As meninas que trabalham comigo, até disseram essa semana que estavam com saudades da minha calma - parece que eu tinha perdido ela na gravidez...
Alice nasceu no dia 17/dez/2008, com 3.100g e 50cm. Cabeluda e pequerrucha, com cara de joelho como qualquer recém-nascido.
Começou aí a aventura de ser Mãe de Alice.
Anunciamos para a maioria dos conhecidos só depois do dia das mães, onde preparamos uma surpresa e colocamos o dvd com o primeiro ultra, onde aparecia o feijãozinho que ficaria ainda sem nome, sendo chamado de Oriovaldo e depois Ariovalda (quando descobrimos que era uma menina)por algum tempo, antes de ser definitivamente chamada de Alice.
Tive uma gravidez gostosa, sem muitos pormenores, e alguns altos e baixos emocionais, reflexos parciais dos loucos hormonios que circulavam no meu sangue e de alguns Gavin's e dona Graça's que ficarão marcadas na gravidez (reflexos do trabalho na agência). As meninas que trabalham comigo, até disseram essa semana que estavam com saudades da minha calma - parece que eu tinha perdido ela na gravidez...
Alice nasceu no dia 17/dez/2008, com 3.100g e 50cm. Cabeluda e pequerrucha, com cara de joelho como qualquer recém-nascido.
Começou aí a aventura de ser Mãe de Alice.
Mãe de Alice de primeira viagem!
Me inspirei hoje num blog de uma outra mãe de Alice para começar a escrever um também. Acho que vai ser uma boa recordação para ela... assim quem sabe não esqueço das travessuras, do trabalho que dá, das risadas que dei, e das lágrimas que chorei (alegres - espero que na sua maioria).
A culpada é minha irmã que me passou o e-mail com o blog, aí fiquei tentada... quem sabe consigo fazer algo tão legal quanto...
Pra quem não me conhece sou Maria Victoria, Alice nasceu faz quase 6 meses e já me deu cabelos brancos e alegrias o bastante para eu iniciar o blog e ter muita estória para contar. Marcelo é o pai da criança.
Espero que daqui a uns 20 anos ela goste de ler isso.
A culpada é minha irmã que me passou o e-mail com o blog, aí fiquei tentada... quem sabe consigo fazer algo tão legal quanto...
Pra quem não me conhece sou Maria Victoria, Alice nasceu faz quase 6 meses e já me deu cabelos brancos e alegrias o bastante para eu iniciar o blog e ter muita estória para contar. Marcelo é o pai da criança.
Espero que daqui a uns 20 anos ela goste de ler isso.
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